TEC./SONORA: Paulo Roberto Hatschbach, diretor do Hemepar.
“O sangue mais coletado, que mais tem, é O positivo, e realmente o que mais sai também. E aquela falta realmente, que é da rede inteira nacional, que é o O negativo, que é o doador universal, que só quatro por cento da população tem esse tipo sanguíneo. Nossa preocupação é todos os dias, amanhã é um novo dia, como é que a gente vai captar esse sangue, se vai ter doador ou não, como é que a gente vai fazer estratégia de chamar esses doadores, é uma preocupação todos os dias.”
TEC./SONORA: Bruna Dias, psicológa.
“Sou doadora de sangue já faz sete anos. Eu acho que é supergratificante uma parte de você poder contribuir com a sobrevivência de um outro ser humano. Eu entendo como algo muito simples, muito pequeno para nós como doadores poder estar ajudando. Então é uma forma simples e que tem uma grande contribuição, por isso que eu doo com o maior prazer.”