TEC./SONORA: Rosângela Carneiro, diretora do Hemocentro da Paraíba.
“Então, não vamos pensar num parente nosso. Vamos pensar naquela população como um todo, porque a doação é um ato de amor. Então, a gente precisa que vocês venham acompanhar essa doação de vocês, para que vocês possam ter um doador fidelizado. Vamos ter continuidade nesse fluxo de doações, porque com essa continuidade nós vamos ter sempre um estoque garantido para todos os eventos que venham pela frente.”
TEC./SONORA: Luciana Gomes, enfermeira.
“Como eu lhe falo, é uma responsabilidade social, uma corrente solidária. E a gente tem que conscientizar a população que sangue a gente não encontra em farmácia, tem que ser um ato altruísta, né? E eu acho que é por ai, é consciência mesmo de que tem pessoas lá no hospital que nem sequer conhece, mas que precisa muito de uma ação tão pequena, que é um gesto tão grandioso.”