REPÓRTER: A cabo Regiane Rodrigues, do Corpo de Bombeiros, participou do mutirão de conciliação da Seção de Direito Público do TJPA, que apreciará 220 processos cíveis, envolvendo militares do Estado, que tramitam no 2º Grau do Judiciário. Regiane foi aprovada no concurso público da corporação em 2008, mas foi considerada inapta no exame médico. Por meio de liminar, ela exerceu a função. Com a conciliação e o processo finalizado, Regiane comenta o resultado da ação.
SONORA: Cabo Regiane Rodrigues do Corpo de Bombeiros.
“A profissão bombeiro militar ela precisa de pessoas com uma estatura também menor. Às vezes, para fazer resgate em poço, para entrar em lugar confinado, para fazer salvamento em altura, a pessoa de menor estatura ou de menor peso, ela é a mais indicada. Diante de tudo isso, eles resolveram nos ajudar”.
REPÓRTER: Na conciliação do Judiciário, os processos que estão sendo apreciados envolvem cerca de 520 militares. O comandante geral da Polícia Militar do Estado, coronel Hilton Benigno, ressalta os benefícios do mutirão.
SONORA: Comandante geral da Polícia Militar do Estado, coronel Hilton Benigno.
“Uma união de esforços para resolver, para pacificar, para conciliar, para trazer a paz para esses militares e para suas famílias, e também para a sociedade paraense”.
REPÓRTER: O presidente da Seção de Direito Público do TJPA, desembargador Luiz Neto, destaca a relevância da conciliação no 2º Grau.
SONORA: Presidente da Seção de Direito Público do TJPA, desembargador Luiz Neto.
“A importância para o Judiciário é porque nós diminuímos o nosso acervo e vamos fazer o cultivo da cultura da paz entre os jurisdicionados. Para os militares é importante porque eles serão mantidos na tropa e poderão ter estabilizada a sua situação dentro das corporações”.
REPÓRTER: O mutirão da Seção de Direito Público do TJPA tem o apoio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec). O evento ocorre até sexta-feira, 4 de maio.
Reportagem, Thamyres Nicolau