Brasil - undefined·15 de maio de 2018

PARÁ: Acolhimento de crianças terá novo sistema

<p>Os espa&ccedil;os que abrigam crian&ccedil;as e adolescentes em situa&ccedil;&atilde;o de vulnerabilidade social e risco pessoal, na Regi&atilde;o Metropolitana de Bel&eacute;m, adotar&atilde;o um novo sistema de acolhimento, que levar&aacute; em conta as diferen&ccedil;as de idade e g&ecirc;nero.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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 Os espaços que abrigam crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social e risco pessoal, na Região Metropolitana de Belém, adotarão um novo sistema de acolhimento, que levará em conta as diferenças de idade e gênero. A decisão de reordenar os critérios de acolhimento de crianças e adolescentes ocorreu em consenso entre a Coordenadoria da Infância e Juventude (Ceij) do TJPA e a Funpapa. O juiz auxiliar da Ceij, João Augusto Oliveira, comenta os benefícios da ação.

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“Quando você socializa com o sistema de garantia do direito da criança, a gente consegue vislumbrar ou minimizar os problemas que podem ocorrer”.
 Atualmente, as instituições possuem um sistema de acolhimento misto, que abrange diferentes perfis, e coloca no mesmo espaço crianças e adolescentes de gêneros, idades e vivências diferentes. Durante a reunião, a Ceij lançou a proposta de que o acolhimento seja segmentado por faixa etária e gênero, separando crianças de até 12 anos dos adolescentes. A coordenadora de Proteção Social Especial de Alta Complexidade da Funpapa, Maria das Neves Alves, comenta a parceria com o Judiciário.
“É muito importante estarmos juntos, porque o usuário é um só, e lógico que o Tribunal de Justiça precisa estar junto conosco, caminhando junto conosco, e a Funpapa também está aberta às contribuições”.
Na reunião, também foi definida a criação de um grupo interinstitucional para debater a questão de famílias acolhedoras, para crianças e adolescentes.
Reportagem, Thamyres Nicolau
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