Saúde - undefined·31 de janeiro de 2017

PALMAS (TO): Clima e recusa de moradores dificultam combate ao mosquito que transmite Chikungunya

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

TEC./SONORA: Whisllay Maciel Bastos, secretário executivo de Saúde

“Esse obstáculo pode ser resolvido com a participação comunitária. Então outro obstáculo que a gente tem é estimular que a população se envolva. Não é complexo localizar e destruir focos. É uma ação muito simples. Não requer nenhum equipamento caro, nenhuma tecnologia. O foco está, geralmente, de três a cinco metros de distância do alcance do morador. Então nosso grande objetivo é mobilizar o morador até esse local. E que ele mesmo possa fazer essa remoção, não dependendo de agentes.”

LOC.: José Luiz Peres da Silva é um dos 200 agentes de Saúde de Palmas. Eles são os responsáveis por vistoriar os imóveis, instruir os moradores e eliminar focos, os agentes percorrem as ruas da cidade no chamado trabalho “casa a casa”. Só que muita gente não deixa o agente de Saúde entrar.

TEC./SONORA: José Luis Perez da Silva, supervisão de controle e combate às endemias

“Nós ainda temos certa dificuldade para entrarmos nos imóveis. Os moradores muitas vezes alegam que estão saindo ou estão sem tempo. No entanto, nós procuramos sempre voltar em horários diferentes para atendermos essa necessidade, para conseguirmos visitar todos os imóveis.”


SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page