Saúde - undefined·28 de dezembro de 2017

OLINDA (PE): Especialista pede maior participação dos moradores no combate ao mosquito

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:02:06

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Depois da epidemia do mosquito da Dengue, que abalou todo o estado do Pernambuco durante 2016, todo mundo ficou mais atento aos focos da doença. Em Olinda não é diferente. A secretaria de Saúde da cidade está fazendo um combate assíduo ao mosquito, desde visitação e aplicação de pesticidas nos criadouros do mosquito, até campanhas de conscientização da população. Mesmo assim, Henrique Silva, gerente de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Município, constata que os moradores podem colaborar ainda mais.

“Ainda falta mais interesse. É importante a gente ter mais interesse. Hoje todo mundo sabe como se pega dengue, né? Da criança ao adulto. O que a gente faz é reforçar a educação para que as pessoas tomem pra si e entendam que se não, adoece. E adoecer não é bom. Mas ainda falta um pouquinho de compromisso.”

É importante que todo mundo faça sua parte para eliminar os mosquitos. Os agentes de saúde orientam a população, mas o verdadeiro combate deve ser feito pelos moradores. Os maiores focos estão nas casas. Divino Valero, coordenador do Programa Nacional do Controle da Malária e Doenças Transmitidas pelo Aedes, destaca que o Ministério da Saúde também vem investindo na conscientização da população. Para ele, é fundamental que os moradores percebam a importância que têm nesse combate.

“Se todos nós fizermos, tirarmos dez minutos do nosso tempo, e dedicarmos a fazer uma vistoria no próprio ambiente e onde trabalho, ou onde eu resido, dez minutos é mais que suficiente para observar todos essas aspectos, que eu descrevi agora, e evitar que o ciclo biológico do mosquito se complete e eu consigo eliminar. Ou seja, qualquer lugar que eu encontrar a larva, ali na água, eu jogo a água fora, a larva fora, e ela, no seco, já morre automaticamente. Não tem risco.”

Faça parte dessa luta você também. Qualquer lugar que acumule água se torna propício para a proliferação do mosquito. Lembre-se de que um mosquito pode prejudicar uma vida. O combate começa por você. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.br/combateaedes.

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page