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LOC.: A Petrobras anunciou esta semana o aumento do preço de derivados de petróleo, segundo a estatal, os reajustes acompanham a elevação dos patamares internacionais de preços da commodity e derivados. Já passaram a valer os novos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha (GLP) nas refinarias, o novo valor do preço do gás natural (GNV) vendido às distribuidoras passará a valer a partir de 1º de agosto.
Para a gasolina, o aumento médio será de R$ 0,16 (6,3%), fazendo com que o litro do combustível saia de R$ 2,53 e chegue a R$ 2,69 nas refinarias. Já o diesel terá um reajuste médio de R$ 0,10 (3,7%) por litro, que passará a custar R$ 2,8. Já o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,60 por kg, refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg. Já para o gás natural, o reajuste será de 7%.
Segundo o conselheiro do Conselho Federal de Economia e diretor do sindicato dos economistas de São Paulo, Carlos Eduardo Oliveira Júnior, esse aumento se deve ao preço internacional do petróleo.
TEC./ SONORA: Carlos Eduardo Oliveira Júnior, economista.
“As refinarias também acabam seguindo esse caminho de elevação dos preços. Ou seja, ela acompanha os preços internacionais independentemente de produzir mais ou menos petróleo.”
LOC.: Até chegar ao consumidor final, os preços cobrados nas refinarias na venda às distribuidoras ainda têm o acréscimo de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.
O economista William Baghdassarian explicou o comportamento dos postos de combustíveis em relação a esses aumentos.
TEC./ SONORA: William Baghdassarian, economista.
“Quando há aumento do preço na distribuidora, normalmente eles repassam esse aumento do preço da gasolina aumentando a sua própria margem, muitas vezes eles aumentam até mais do que o aumento da gasolina na distribuidora. Então o posto de gasolina é sim um elemento que pode afetar esse preço de uma forma um pouco mais ativa.”
LOC.: Segundo os economistas, não há nenhuma perspectiva de queda para esses valores nos próximos meses. A explicação não é local, mas sim macroeconômica, logo, o preço dos combustíveis e do gás de cozinha deve continuar pressionado pelo contexto internacional.
Reportagem, Rafaela Gonçalves
NOTA
LOC.: A Petrobras anunciou esta semana o aumento do preço de derivados de petróleo, segundo a estatal, os reajustes acompanham a elevação dos patamares internacionais de preços da commodity e derivados. Já passaram a valer os novos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha (GLP) nas refinarias, o novo valor do preço do gás natural (GNV) vendido às distribuidoras passará a valer a partir de 1º de agosto.
Para a gasolina, o aumento médio será de R$ 0,16 (6,3%), fazendo com que o litro do combustível saia de R$ 2,53 e chegue a R$ 2,69 nas refinarias. Já o diesel terá um reajuste médio de R$ 0,10 (3,7%) por litro, que passará a custar R$ 2,8. Já o preço médio de venda do GLP para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,60 por kg, refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg. Já para o gás natural, o reajuste será de 7%.
Até chegar ao consumidor final, os preços cobrados nas refinarias na venda às distribuidoras ainda têm o acréscimo de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.
Reportagem, Rafaela Gonçalves