TEC/SONORA: Ignácio Queiroz, presidente do Grupo Pela VIDDA.
“Como a gente faz ações antiaids, na prevenção, na atenção, garantia dos direitos das pessoas que vivem com HIV e Aids, a gente começou, bem antes de ser constatado oficialmente, que há um grande número de pessoas vivendo com HIV e Aids com Tuberculose, nós diagnosticamos isso e começamos então a trabalhar a coinfecção Tuberculose e HIV.”
TEC/SONORA: Denise Arakaki, coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde.
“Algumas pessoas podem ter condições físicas que propiciam o desenvolvimento da Tuberculose. Essas condições seriam condições que diminuem a sua capacidade imunológica. Então, por exemplo, pessoas vivendo com HIV, pessoas com diabetes, pessoas que usam tratamento com imunossupressores. Então, por exemplo, pessoas com doenças autoimunes. Elas normalmente usam drogas que são imunossupressoras e essas pessoas se tornam mais vulneráveis a adquirirem a Tuberculose.”
TEC/SONORA: Josélia Almeida, ativista e irmã de um paciente.
“Eu diria para essa pessoa não ter medo. Ao contrário, o amor da família é muito importante. Quando ele descobre que, infelizmente, está com Tuberculose, ele tem que se aproximar da família e dizer o que está acontecendo. A própria família, no caso, sabendo desse problema, eu tenho certeza que vai apoiar, que vai ajudar. Porque a gente sabe que muitas pessoas, às vezes, abandonam o tratamento porque não têm condições de ir lá no posto de saúde buscar o remédio.”