TEC/SONORA: Dianaldo Lopes, chefe de Operação de Campo das Arboviroses de Natal.
“É uma cumbuquinha, um recipiente preto com uma paletinha onde o mosquito sai colocando os ovos. Ao invés de ele procurar um canto para colocar, já tem o canto propício para ele colocar os ovos dele, que é dentro da paletinha. A paletinha por sua vez é recolhida diariamente. E aqui na entomologia, a gente sabe diagnosticar onde tem a população de vetor mais positiva.”
TEC/SONORA: Alessandre de Medeiros, chefe do Centro de Controle de Zoonose de Natal.
“Qualquer tipo de estratégia utilizada precisa fundamentalmente da participação da população para ela ter êxito. Então, é fundamental que as pessoas tomem aqueles cuidados que são básicos, que todo mundo já conhece, em relação ao acúmulo de água e descarte dos inservíveis. Porque com isso a gente evita esses três agravos que tanto trouxeram problemas para o país.”