TEC/SONORA: Jussara Nunes, enfermeira.
“Quando eu tive, há 20 anos, enquanto profissional de saúde, também tive esse mito e preconceito. A gente tenta conversar com a família, fazer visitas domiciliares, explicar para eles como é a doença e como pega. E quanto mais ele fizer o tratamento, menor é o risco de contaminação, que não precisa separar copos... A gente nota toda esta questão ao conversar com os familiares.”
TEC/SONORA: Débora Costa, técnica do Programa de Controle da Tuberculose e Hanseníase de Natal.
“As pessoas sofrem muito com a desinformação e por causa disso tem preconceito e escondem a doença. E se não for o profissional da saúde chamando e explicando sobre a doença e desmistificando alguns preconceitos. Nas conversas, a gente procura explicar como é a transmissão da Tuberculose.”