Brasil - undefined·18 de março de 2015

MULHER: Lei Maria da Penha é tema de simpósio em Ananindeua

<p>&nbsp;</p><div style="margin: 7.5pt 0cm 0.0001pt; text-align: justify; line-height: 15pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><div style="margin: 7.5pt 0cm 0.0001pt; line-height: 15pt; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;"><b><span style="color:#333333">LOC/REP&Oacute;RTER</span></b><span style="color:#333333">:&nbsp;Em todo o Par&aacute;, foram expedidas cerca de sete mil medidas protetivas no ano passado. Atualmente, est&atilde;o em tr&acirc;mite no judici&aacute;rio paraense cerca de 26 mil a&ccedil;&otilde;es judiciais relacionadas &agrave; viol&ecirc;ncia contra a mulher.&nbsp;&nbsp;O&nbsp;segundo simp&oacute;sio sobre a viol&ecirc;ncia contra a mulher discutiu&nbsp;e esclareceu sobre os conceitos de g&ecirc;nero para aplica&ccedil;&atilde;o da Lei Maria da Penha. A ju&iacute;za Reijjane Oliveira destaca a import&acirc;ncia do evento.</span></div></div> <p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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...MULHER: Lei Maria da Penha é tema de simpósio em Ananindeua

LOC/REPÓRTER: Em todo o Pará, foram expedidas cerca de sete mil medidas protetivas no ano passado. Atualmente, estão em trâmite no judiciário paraense cerca de 26 mil ações judiciais relacionadas à violência contra a mulher.  O segundo simpósio sobre a violência contra a mulher discutiu e esclareceu sobre os conceitos de gênero para aplicação da Lei Maria da Penha. A juíza Reijjane Oliveira destaca a importância do evento.
TEC/SONORA: Juiza Reijjane Oliveira
“Quando nós idealizamos o primeiro simpósio foi no ano passado foi para comemorar o primeiro ano de instalação da vara especializada de violência doméstica e familiar contra a mulher aqui na comarca de Ananindeua. Então pensamos no segundo simpósio, já integrados na rede. A nossa vara já participando integrando o fórum de mulheres de Ananindeua. Nós pensamos em fazer algo já mais no sentindo de aprofundar os estudos sobre a lei Maria da Penha.”
LOC/REPÓRTER: A violência de gênero existe ao longo da história humana, e está vinculada ao patriarcato, que é a sujeição da mulher em relação ao homem, quando ele se sente superior à mulher, como ressalta o juiz Elder Lisboa.
TEC/SONORA: Juiz Elder Lisboa
“O direito internacional entende que essa violência de gênero é pelo fato dela ser mulher, pela condição de ser do sexo feminino, com isto, várias nações antigas se apropriavam da mulher como sua propriedade, com o direito de fazer sexo a hora que quer, com faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço. Então o sujeito ativo é sempre homem por causa do patriarcato e o sujeito passivo em relação a mulher por causa da questão da sujeição.”
LOC/REPÓRTER: Muitas mulheres que sofrem violência doméstica e não têm recurso financeiro podem recorrer ao abrigo estadual de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Para isso, é necessário fazer o boletim de ocorrência em qualquer delegacia do estado e receber o encaminhamento para o abrigo, como explica coordenadora Maricely Bassalo.
TEC/SONORA: Maricely Bassalo
“É ter feito o boletim de ocorrência, porque lá na delegacia vai ser identificado esse risco eminente de morte. Ela não tem para onde ir, então ela recorre ao abrigo.”
 LOC/REPÓRTER: No encerramento do simpósio, foram entregues kits de higiene pessoal para as mulheres do abrigo, que foram doados durante a semana da mulher por magistrados e servidores. O evento contou ainda com a presença da desembargadora Vera Araújo e os juízes Otávio Albuquerque e Patrícia de Sá Moreira, das Varas de Violência Doméstica e Familiar de Belém.  
Reportagem, Marcela Coelho
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