De julho de 2017 a junho de 2018, quase 1.400 casos de Febre Amarela foram notificados no Brasil. Desses casos, 483 terminaram em morte. Uma das formas de identificação da presença do vírus no local é a epizootia - presença de macacos mortos ou doentes devido a picada do mosquito transmissor da Febre Amarela. Mas será que existe alguma forma de evitar a circulação da doença? O doutor em Medicina Tropical da Universidade de Brasília, Pedro Luiz Tauil, esclarece a dúvida.
“Eu quero dizer para vocês, também, que nós não podemos evitar a circulação viral silvestre que infecta os macacos. E muitos macacos morrem por causa disso e nós não temos condições de evitar. Mas nós temos condição de evitar a infecção de seres humanos baseados em uma alta cobertura vacinal da população.”
A vacina contra a Febre Amarela está disponível para todas as pessoas, nas unidades básicas de saúde do SUS. Vacine-se: não importa onde você mora. Se você ainda não tomou, não perca tempo. Tire todas as suas dúvidas nos serviços especializados e vacine-se. Se já se imunizou, não precisa tomar novamente.
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