Doar sangue pode ajudar a salvar até quatro vidas. Quem doa sangue contribui para manter os hemocentros, os postos de coleta e as agências transfusionais abastecidos, em condições de atender qualquer emergência e o estado em condições de socorrer quem precisa, como pessoas que possuem problemas crônicos ou que se acidentaram gravemente. Apenas a doação frequente de sangue consegue manter os estoques regulares. Lembre-se de que sangue não se compra em farmácia ou supermercado. É só por meio da doação que é possível ter sangue em estoque. Segundo o coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Flávio Francisco Vormittag, o Brasil é referência em doações.
Francisco Vormitagg, coordenador geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde.
“O Brasil é uma referência mundial em termos de doação solidária de sangue. Inclusive nós procuramos, em acordos de cooperação, através do Itamaraty, fazer treinamentos e exportação do nosso conhecimento em relação à doação voluntária, captação de sangue, ou como lidar com o sangue. Temos vários acordos para o Brasil exportar o seu conhecimento nesse assunto.”
Apesar de ser uma referência, apenas 1,8% da população brasileira – cerca de três milhões e quinhentas mil pessoas -- doa sangue constantemente. A meta que o Ministério da Saúde estipula para a doação de sangue varia de um até três por cento. Para ser um doador, a pessoa tem de ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e estar com boa saúde. Menores de idade precisam da autorização dos pais ou responsáveis para doar. Para mais informações sobre o assunto, acesse: saude.gov.bgr/doesangue Ministério da Saúde, Governo Federal.