A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, entregou ao presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, o relatório anual de 2017 de atividades do CNJ, em cerimônia de abertura do ano legislativo. Em 2017, o CNJ realizou 24 sessões presenciais, nas quais foram julgados 146 processos, e 11 sessões virtuais, que resultaram no julgamento de 226 processos. No documento, de 208 páginas, são apontados dados estatísticas do Poder Judiciário e um conjunto de ações desenvolvidas pelo Conselho no ano passado. Há 28 Processos Administrativos Disciplinares (PADs), que são aqueles que podem acarretar em punições à magistrados, em tramitação no Conselho. Destes, durante o ano passado, foram julgados 16 , sendo que 11 resultaram em punições a juízes. Entre outras as ações apontadas no relatório, está a instituição do Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, um cadastro nacional das pessoas privadas de liberdade em todo o país, alimentado em tempo real pelos juízes e organizado pelo CNJ, com objetivo de trazer mais segurança à sociedade e eficiência para o Judiciário. Os presidentes e representantes dos tribunais de todo o País definiram, em novembro, durante o XI Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Brasília/DF, as Metas Nacionais para o Judiciário brasileiro alcançar em 2018.
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr.