Brasil - undefined·18 de março de 2019

Ministério Público de SP investiga relação de massacre em Suzano com grupos radicais na internet

De acordo com a Polícia Civil, assassinos planejaram ataque à escola do município por 1 ano e 6 meses

Por Sara Rodrigues
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O ataque à escola em Suzano, em São Paulo, na última quarta-feira (13), incentivou o Ministério Público de São Paulo a investigar a relação dos atiradores com grupos radicais na dark web, que é um tipo de navegação online que não pode ser acessada por qualquer pessoa. A informação foi divulgada pelo portal El País. 

Os grupos radicais, conhecidos como chans, têm discussões racistas, homofóbicas e machistas. Segundo informações do El País, o procurador-geral de Justiça, Gianpolo Smanio, afirmou que uma equipe especializada do Ministério Público está apurando se autores do Massacre participam dos fóruns online. 

Mesmo sem confirmação de que os atiradores eram membros de algum grupo, eles foram elogiados e considerados “heróis”. 

Na Nova Zelândia, um atentado terrorista, também nesta semana, deixou 49 mortos em mesquitas. Um dos atiradores participava de um grupo radical e usou a plataforma para publicar um manifesto de supremacia branca. 

SOBRE

Sara Rodrigues

Sara iniciou a carreira jornalística como estagiária da Agência do Rádio, em 2014. Foi repórter da UnBTV durante 1 ano e 6 meses e retornou para a redação da ARB como repórter. É responsável pela coluna Diversão em Pauta, e cobre Política Internacional.

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