TEC./SONORA: Paulo Carneiro, diretor de Criação e Manejo de Unidade de Conservação do ICM-Bio.
“No Parque Nacional do Caparaó foram encontrados espécies de macacos, principalmente o Guariba, que é o sentinela para a febre amarela; eles foram encontrados mortos e duas das carcaças deram positivas para o vírus da febre amarela. E, em função deste ocorrido, foi feito uma reavaliação e se concluiu que o vírus ainda estava circulante, então, a proposta foi a manutenção do fechamento do parque”.
TEC./SONORA: Paulo Carneiro, diretor de Criação e Manejo de Unidade de Conservação do ICM-Bio.
“As prefeituras locais estão oferecendo ajuda para o ICM-Bio no sentido de apoiarem o controle do acesso à área só de visitantes imunizados, se ela tomou a vacina a mais de 10 dias, se ela tem as duas doses válidas, que precisa para ser imunizado. Então a pessoa tem que lembrar que indo em uma unidade dessa, ela tem que levar a carteira de vacinação dela, que vai ser analisado lá na entrada.”
“A febre amarela é endêmica, como a gente chama, ou seja, em uma ocorrência natural, principalmente na região amazônica do país. E de tempos em tempos, há uma expansão da circulação do vírus para outras regiões, como está acontecendo agora. A doença é mantida neste ciclo silvestre, dentro das matas, no que a gente chama de reservatórios silvestres, que são os macacos que também adoecem, morrem também da doença, mas mantém este vírus em um ambiente silvestre e a partir desta circulação silvestre a doença se expande para áreas diferentes”.