Política - undefined·26 de julho de 2018

Meirelles quer ex-integrantes das Forças Armadas para aumentar segurança pública

<p>A ideia &eacute; que grupos de quatro pessoas reforcem a seguran&ccedil;a em &aacute;reas p&uacute;blicas</p>

Por Agência do Rádio
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Por Thiago Marcolini

Uma proposta de governo do pré-candidato do MDB ao Palácio do Planalto, Henrique Meirelles, pretende intensificar o policiamento nas ruas de todo o país. A ideia é que grupos de quatro pessoas, formado por dosis policiais militares, um ex-integrante das Forças Armadas, e um(a) assistente social reforcem a segurança em áreas públicas.

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Segundo o coordenador econômico de Henrique Meirelles, José Márcio Camargo, a proposta pretende se estender também para fora das áreas urbanas.

“A ideia é colocar esses grupos espalhados pelas cidades e pelo campo também. Prover equipamentos para esses grupos, como carro, motos, bicicletas e usá-los como forma de policiamento ostensivo”, resume Camargo.Proposta de Meirelles pretende colocar policiamento ostensivo nas ruas
De acordo com Camargo, ex-integrantes das Forças Armadas seriam escolhidos por já terem passado por treinamento militar de pelo menos um ano e por serem disciplinados para atuar neste tipo de serviço, além da mão de obra com custo “relativamente pequeno”.

Como as ações de patrulhamento e administração das polícias são de responsabilidade dos governos estaduais, a proposta seria feita em parceira entre os estados e o governo federal, além da iniciativa privada. Com isso, não seria necessário reforma constitucional.

Segundo o coordenador econômico de Meirelles, mudanças na Constituição só serão feitas para tentar reduzir a impunidade.

“O que pode exigir, no nosso programa de segurança pública, reforma da Constituição Federal é a questão da impunidade. Existe um sentimento de impunidade generalizado na sociedade e é possível que para reduzir isso você tenha que fazer algum tipo de reforma um pouco mais difícil. Isso é fundamental para resolver o problema da criminalidade. Estamos desenhando uma proposta nessa direção e para isso talvez seja necessário fazer reformas mais profundas”, destaca Camargo.

José Márcio Camargo garante que, em caso de eleição, o governo Meirelles também vai atrás de parcerias privadas para a construção e manutenção de presídios.

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