Meio Ambiente - undefined·29 de maio de 2017

MEIO AMBIENTE: Surto de febre amarela pode comprometer existência macacos ameaçados de extinção, temem especialistas

<p>Estudos j&aacute; comprovaram que n&atilde;o h&aacute; possibilidade de os primatas transmitirem a febre amarela para os humanos</p>

Por Agência do Rádio
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TEC./SONORA: Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros

“Em alguns casos a gente já tem a confirmação, a gente já sabe que o bugio-ruivo do Sul foi afetado, houve mortes por febre amarela. Essa é uma espécie que é ameaçada de extinção, está na categoria vulnerável. Essa espécie, a gente já sabe que no atual surto (2016-2017) também foi afetada e que houve morte.”

TEC./SONORA: Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros

“Os primatas neotropicais, que são aqueles que vivem nas Américas, inclusive no Brasil, todos se alimentam de frutas. E ao se alimentarem de frutas das árvores, eles são os principais dispersores, junto com algumas árvores, das sementes dessas árvores. Então eles são verdadeiros engenheiros do ambiente. Além disso, os macacos são presas muito importantes para felinos como, onça pintada, onça parda. Ao perdermos os primatas da floresta, a gente está perdendo também o alimento dessas espécies de carnívoros.”

Reportagem, Marquezan Araújo

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