Brasil - undefined·06 de junho de 2017

MEIO AMBIENTE: Justiça reduz consumo de água e material descartável

<p>A ideia &eacute; destinar 40% dos res&iacute;duos s&oacute;lidos coletados a cooperativas e associa&ccedil;&otilde;es at&eacute; 2020.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: No Dia Mundial do Meio Ambiente, ocorrido nesta segunda – feira, 5,  dados preliminares da política de sustentabilidade implantada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao Poder Judiciário indicam redução no consumo de água e de material descartável nos anos de 2015 e 2016. As informações socioambientais de 78 dos 92 tribunais e conselhos, subordinados à Resolução n. 201/2015, do CNJ, foram compilados pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ-CNJ) e devem ser publicados, ainda este mês no portal do CNJ, conforme estabelecido na norma.  tO resultado do levantamento revelou que o consumo de copos descartáveis (para água e café) do ramo Justiça Eleitoral caiu 38% e dos Tribunais Superiores, 39%, na comparação com os dois anos informados. A Justiça Militar também apresentou redução no consumo de copos plásticos (-13%).  A Justiça Estadual também conseguiu reduzir o gasto com esses itens (-3%). A Justiça do Trabalho e o ramo Federal, no entanto, tiveram aumento – de 58% e 9%, respectivamente – no consumo de copos descartáveis. A média geral do Poder Judiciário foi de redução de 5% nos produtos apontados. Em maio, o CNJ aprovou o próprio PLS, por meio da Portaria n. 32/2017. Estão previstas reduções anuais de 5% nos gastos com telefonia fixa e móvel até 2020; racionalização com serviços e material de limpeza, com serviços de vigilância e com despesa com veículos, incluído combustível. Também está prevista a implantação de gestão de resíduos em papel, plásticos, vidros, pilhas e baterias. A ideia é destinar 40% dos resíduos sólidos coletados a cooperativas e associações até 2020. No PLS-CNJ, também há medidas voltadas para a melhoria na qualidade de vida no trabalho e capacitação de servidores em questões de responsabilidade socioambiental. 
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
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