“A gente fica assustada. Hoje eu tenho filhos, quando eu tive a Dengue, não os tinha. Você fica o tempo inteiro com medo de sair, ir à beira de rio, parques. Chega certo horário que os mosquitos começam a aparecer e você fica preocupado. Você acaba mudando seus hábitos de certa forma.”
LOC.: A Capital é justamente uma das cidades que mais preocupam a secretaria estadual de saúde. Além de Cuiabá, Várzea Grande é outra região que chama a atenção, segundo a coordenadora de vigilância ambiental do estado, Ludmila Sofie de Souza. Em 2017, de acordo com Ludmila, o estado já registrou mais de dois mil casos de Dengue, 216 de Chikungunya e 102 de Zika. Ela comenta sobre o atual cenário e faz um alerta.
TEC/SONORA: Ludmila Sofie, coordenadora de vigilância ambiental.
“O estado como um todo me demonstra, que nós tivemos uma redução até significativa desses casos. Tanto para Dengue, quanto para Zika e Chikungunya. Embora, nós observemos que, mesmo reduzidos, os casos de Chikungunya começaram a crescer em relação às demais doenças. Nós temos uma redução na semana, de janeiro até semana passada, mas mesmo assim, a gente observa que temos mais casos do que Dengue e Zika.”
LOC: A preocupação com o crescimento de casos de Chikungunya está relacionada aos sintomas, que são: febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Podem ocorrer ainda dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Esses sintomas, em muitos casos, podem permanecer no paciente durante meses. Para saber mais formas de combate ao mosquito e sintomas das doenças acesse o site: saude.gov.br/combateaedes.