Saúde - undefined·30 de outubro de 2018

MARANHÃO: Estado precisa aumentar vacinação de crianças menores de dois anos

<p><b><span style="font-family: Calibri, sans-serif; color: rgb(31, 73, 125); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">No Maranh&atilde;o, a vacina&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as menores de dois anos de idade&nbsp;ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a meta do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, que &eacute; imunizar pelo menos 90% desse p&uacute;blico. Contra a poliomielite, por exemplo, apenas 55</span><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">% receberam a prote&ccedil;&atilde;o contra a doen&ccedil;a. <span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">E quando falamos em preven&ccedil;&atilde;o, &eacute; importante destacar uma crian&ccedil;a desprotegida pode acabar doente e ter sequelas para o resto de sua vida. Esse &eacute; o caso da Eliana Zagui, que teve poliomielite quando pequena e, desde ent&atilde;o, ficou tetrapl&eacute;gica. </span><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><i><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">&ldquo;</span></i><i><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Tenho 44 anos e com um ano e 9 meses contrai poliomielite, a qual me paralisou do pesco&ccedil;o para baixo, e com isso me obrigou a usar o respirador por 24 horas sendo que poderia ser evitado se eu tivesse tomado a vacina contra poliomielite. At&eacute; descobrir o porqu&ecirc; de n&atilde;o mexer mais as pernas, tanta febre assim, um m&eacute;dico do interior de S&atilde;o Paulo fez o exame da medula espinhal e constatou poliomielite. Ent&atilde;o eu fui parar no Hospital das Cl&iacute;nicas, aonde era a refer&ecirc;ncia para tratar a poliomielite e onde eu estou h&aacute; 42 anos&rdquo;.</span></i><b><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p></o:p></span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><strong><span style="font-family:&#10;&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Carla Domingues, que &eacute; </span></strong><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">coordenadora do Programa Nacional de Imuniza&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, acredita que <span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">not&iacute;cias falsas e boatos, s&atilde;o uns dos grandes problemas atuais que gera a resist&ecirc;ncia de pais e respons&aacute;veis em levar as crian&ccedil;as ao posto de vacina&ccedil;&atilde;o.</span><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&nbsp;</span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><i><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">&ldquo;</span></i><i><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Na medida que a popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o conhece mais a doen&ccedil;a e ela desconhece a import&acirc;ncia da vacina. Quando ela recebe uma not&iacute;cia falsa ela come&ccedil;a a colocar em d&uacute;vida a qualidade dessa vacina e a sua seguran&ccedil;a e come&ccedil;a a achar que os eventos adversos que essa vacina pode trazer que s&atilde;o gr&aacute;ficos que podem inclusive levar &agrave; morte e que isso n&atilde;o tem nenhum fundamento cient&iacute;fico. Vacina foi feita para proteger a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o e foi gra&ccedil;as a vacina que n&oacute;s erradicamos apoio do nosso pa&iacute;s n&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a que acontecia mais de 10 mil casos, eliminamos o sarampo &eacute; uma doen&ccedil;a que acontecia mais de 100 mil casos por ano, ent&atilde;o voc&ecirc; v&ecirc; que vacina protege&rdquo;.<o:p></o:p></span></i></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif; color: rgb(31, 73, 125); background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p>&nbsp;</o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">Segundo o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, o total de crian&ccedil;as vacinadas contra as principais doen&ccedil;as em todo o Brasil est&aacute; em torno de </span><strong><span style="font-family:&quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;">50% e 70 %. Para saber mais, acesse sa&uacute;de.gov.br/vacinacao</span></strong><span style="font-family: Calibri, sans-serif; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align:justify"><o:p>&nbsp;</o:p></p> <p><span style="font-family: Arial, sans-serif; text-align: justify;">Reportagem, Janary Damacena.</span></p>

Por Agência do Rádio
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No Tocantins, a vacinação em crianças menores de dois anos de idade ainda não alcançou a meta do Ministério da Saúde, que é imunizar pelo menos 90% desse público. Contra a poliomielite, por exemplo, apenas 73% receberam a proteção contra a doença. E quando falamos em prevenção, é importante destacar uma criança desprotegida pode acabar doente e ter sequelas para o resto de sua vida. Esse é o caso da Eliana Zagui, que teve poliomielite quando pequena e, desde então, ficou tetraplégica.

“Tenho 44 anos e com um ano e 9 meses contrai poliomielite, a qual me paralisou do pescoço para baixo, e com isso me obrigou a usar o respirador por 24 horas sendo que poderia ser evitado se eu tivesse tomado a vacina contra poliomielite. Até descobrir o porquê de não mexer mais as pernas, tanta febre assim, um médico do interior de São Paulo fez o exame da medula espinhal e constatou poliomielite. Então eu fui parar no Hospital das Clínicas, aonde era a referência para tratar a poliomielite e onde eu estou há 42 anos”.

Carla Domingues, que é coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, acredita que notícias falsas e boatos, são uns dos grandes problemas atuais que gera a resistência de pais e responsáveis em levar as crianças ao posto de vacinação.

“Na medida que a população não conhece mais a doença e ela desconhece a importância da vacina. Quando ela recebe uma notícia falsa ela começa a colocar em dúvida a qualidade dessa vacina e a sua segurança e começa a achar que os eventos adversos que essa vacina pode trazer que são gráficos que podem inclusive levar à morte e que isso não tem nenhum fundamento científico. Vacina foi feita para proteger a saúde da população e foi graças a vacina que nós erradicamos apoio do nosso país não é uma doença que acontecia mais de 10 mil casos, eliminamos o sarampo é uma doença que acontecia mais de 100 mil casos por ano, então você vê que vacina protege”.

Segundo o Ministério da Saúde, o total de crianças vacinadas contra as principais doenças em todo o Brasil está em torno de 50% e 70 %. Para saber mais, acesse saúde.gov.br/vacinacao

Reportagem, Janary Damacena.

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