Das quatro hepatites mais comuns, os tipos B e C são os mais preocupantes. Mas para ajudar as pessoas que já contraíram a infecção, o Ministério da Saúde passa a oferecer um novo tratamento, e independentemente do avanço da doença no fígado, o recurso pode ser eficiente. Até o final do ano, de acordo com a pasta, as pessoas diagnosticadas com hepatite C em grau avançado vão receber o chamado tratamento inovador.
Mas segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, até o meio do ano que vem, as filas de espera para o tratamento de todos os tipos de hepatite vão estar zeradas.
TEC./SONORA: Ricardo Barros, ministro da Saúde
“Conforme nossa previsão, até o meio do ano que vem estaremos tratando todos os pacientes. Iniciaremos o F2 e depois vamos alcançar todos os pacientes. A redução de preço é muito significativa e por isso, evidentemente, nós podemos ampliar muito o acesso.”
TEC./SONORA: Juarez Oliveira, aposentado
“Eu nunca tinha ouvido falar de hepatite C. E a minha hepatite era em antiga, porque eu já estava com cirrose. Foi um tratamento rápido, sem reações. Eu comecei no dia quatro de janeiro de 2016. Quando foi vinte e sete de março, terminei.”
Reportagem, Marquezan Araújo