TEC/SONORA: Johmara Oliveira, 30 anos, funcionária pública.
“No sétimo dia, quando eu internei, a primeira que vez que ele foi pro meu colo, já procurou meu peito e foi emocionante. Eu acho que foi o primeiro contato e o que me deu forças para passar por tudo. Tudo o que eu passei de dor. Não é fácil, mas esse nosso primeiro contato, sete dias depois do nascimento, foi um divisor de águas para que eu perseverasse na amamentação.”
TEC/SONORA: Johmara Oliveira, 30 anos, funcionária pública.
“Eu tive apoio familiar. Tive e tenho até o dia de hoje. Meu marido, por exemplo, escolheu trabalhar home office, para me apoiar durante esse período. Porque a amamentação exige que a gente esteja descansada, exige alimentação. E o bebê também exige muita coisa.”
TEC/SONORA: Maria Elizabete Albuquerque, coordenadora do Banco de Leite Maternidade Ana Braga.
“É extremamente importante o vínculo, porque fortalece. O aleitamento materno é mais uma vantagem para a família e para a sociedade. A mulher que passa a amamentar, ela passa também a gerar amor por aquele bebê através do aleitamento materno. Por isso que as pessoas até dizem: ‘Ninguém melhor que a mãe para conhecer o seu filho. É isso aí, ela passa a fortalecer aqueles laços afetivos’.”
#EuAmamento