Internacional - undefined·25 de outubro de 2017

Mais de 37 mil militares brasileiros atuaram pela paz e reconstrução do país haitiano

<p>Eles foram homenageados pelo Minist&eacute;rio da Defesa, em conjunto com a Marinha, o Ex&eacute;rcito e a For&ccedil;a A&eacute;rea, em uma cerim&ocirc;nia realizada no Rio de Janeiro</p>

Por Agência do Rádio
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Militares das três Forças, Marinha, Exército e Aeronáutica participaram do desfile da tropa. Foto: Ministério da Defesa

O Brasil coordenou a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti, a Minustah, durante 13 anos e neste período, mais de 37 mil militares brasileiros atuaram pela paz e reconstrução do país haitiano. Agora, com a missão cumprida, eles foram homenageados pelo Ministério da Defesa, em conjunto com a Marinha, o Exército e a Força Aérea, em uma cerimônia realizada no Rio de Janeiro, no último final de semana. O capitão Luís Manoel de Campos Mello foi quem comandou os 290 homens no Haiti e conta como era o trabalho deles lá e do orgulho de fazer parte de uma missão de paz.

"O dia-a-dia era de muito trabalho, os nossos soldados estavam o tempo todo patrulhando a cidade, trazendo segurança ao povo haitiano. E, para nós, foi muito compensador poder fazer parte deste trabalho, desta história de sucesso do contingente militar brasileiro, das Forças Armadas Brasileiras, dando apoio a uma missão de paz da ONU."

Durante a homenagem que o governo fez aos militares que colaboraram na missão, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse que o mundo precisa de menos guerra e mais paz.

"O mundo precisa de mais missões de paz. Quem tira recursos da ONU, tira, do único instrumento de governança multilateral e voltado para a paz e o desenvolvimento que nós temos no mundo."

Segundo o ministro da Defesa, esta missão gerou reconhecimento internacional para o Brasil, que já recebeu mais de 10 convites para atuar em outros país.

Reportagem, Cintia Moreira.

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