TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento,enfermeira e técnica do Programa Municipal de Controle da Tuberculose.
“A gente ouve relatos de experiência durante esses anos todos. Têm situações, por exemplo, que o paciente mora em determinado bairro e ele não se trata no bairro que tem a unidade que ele mora. Porque ele não quer que as pessoas saibam que ele tem a doença, que ele está se tratando para a Tuberculose. Então, vai se tratar, muitas vezes, em uma unidade de saúde bem longe do local onde ele mora, para que ele não seja visto pelos conhecidos dele e seja rotulado como paciente tuberculoso.”
TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento,enfermeira e técnica do Programa Municipal de Controle da Tuberculose.
“Se o paciente chega hoje a uma unidade básica de saúde com suspeita de Tuberculose, são solicitados todos os exames, é feito o diagnóstico, o paciente é acompanhado e tratado. A questão está em justamente a gente buscar aquele paciente que ainda está no início da doença. Porque ele chega na unidade de saúde já com febre, ele está emagrecido, antes dele chegar nessa situação, porque assim a gente consegue quebrar a cadeia de transmissão.”
TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento,enfermeira e técnica do Programa Municipal de Controle da Tuberculose.
“Que nos primeiros 15 dias de tratamento ou até a negatividade da baciloscopia, o mais indicado é que ele use uma máscara. Mas que não há problema em relação a talheres, abraços, beijos. A orientação maior é em relação a ele colocar máscara ou coisa do tipo quando estiver em ambiente fechado. Mas isolamento, não.”