Saúde - undefined·04 de maio de 2017

MACEIÓ (AL): Município tem dificuldade de diagnosticar casos de Tuberculose

Por Agência do Rádio
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TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento, enfermeira e técnica do Programa Municipal do Controle da Tuberculose.

“O problema é que, aqui, a nossa cobertura de estratégia da família é muito baixa, é menos de 30%, então 70% da população de Maceió é atendida em unidade de demanda espontânea. A gente não tem aquela ação dentro da população para detectar precocemente os casos.”

TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento, enfermeira e técnica do Programa Municipal do Controle da Tuberculose.

“Que nos primeiros 15 dias de tratamento ou até a negativação da baciloscopia, que é o mais indicado, que ele use uma máscara. Mas que não tem problema em relação a talheres, abraços, beijos. A orientação maior é em relação a ele colocar uma máscara ou coisa do tipo quando estiver em ambiente fechado ou coisa do tipo, mas isolamento não.”

TEC/SONORA: Tatiana Almeida do Nascimento, enfermeira e técnica do Programa Municipal do Controle da Tuberculose.

“Que ele leve os contatos domiciliares para serem examinados na unidade, para ver a possibilidade de algum contato estar doente até antes do paciente ou estar em uma fase de latência, para que sejam tomadas as medidas de controle.”

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