Saúde - undefined·24 de janeiro de 2017

MACEIÓ (AL): Casos de Chikungunya em 2016 preocupam a cidade em 2017

Por Agência do Rádio
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TEC./SONORA: Alaécio Menezes, funcionário público

“Tive bastante dor de cabeça, dor de cabeça forte mesmo. Muita febre também. Eu tentei controlar com medicamento, fui ao médico. O tradicional, já que não tem outra coisa, é o paracetamol, repouso, líquido. Mas eu confesso, que ainda hoje, por exemplo, depois de mais de sete, oito meses que eu tive a doença, eu ainda sinto dores nas juntas das mãos.”

TEC./SONORA: Carmen Samico, Coordenadora de controle de vetores

“Temos sim grande preocupação. Nós temos sentindo em todo o país, em alguns estados particularizados, o avanço da Chikungunya. É uma doença que debilita as pessoas e muitas vezes impossibilita as pessoas de desenvolverem suas atividades laborais, desenvolver seu trabalho. Então, realmente nós temos essa preocupação”

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