TEC./SONORA: Alaécio Menezes, funcionário público
“Tive bastante dor de cabeça, dor de cabeça forte mesmo. Muita febre também. Eu tentei controlar com medicamento, fui ao médico. O tradicional, já que não tem outra coisa, é o paracetamol, repouso, líquido. Mas eu confesso, que ainda hoje, por exemplo, depois de mais de sete, oito meses que eu tive a doença, eu ainda sinto dores nas juntas das mãos.”
TEC./SONORA: Carmen Samico, Coordenadora de controle de vetores
“Temos sim grande preocupação. Nós temos sentindo em todo o país, em alguns estados particularizados, o avanço da Chikungunya. É uma doença que debilita as pessoas e muitas vezes impossibilita as pessoas de desenvolverem suas atividades laborais, desenvolver seu trabalho. Então, realmente nós temos essa preocupação”