Brasil - undefined·04 de maio de 2017

LIBERDADE DE IMPRENSA: Cármen Lúcia cria comissão para mais garantias

<p style="text-align: justify;">A liberdade de imprensa est&aacute; garantida pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal de 1988, mas precisa ser implantada com &ldquo;ampla efic&aacute;cia&rdquo;.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ministra Cármen Lúcia, anunciou nesta quarta-feira, 3, a criação da Comissão Executiva do Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa. A comissão é responsável pelas atividades do fórum, que examinará casos de censura, processos contra jornalistas, restrições diversas à atividade jornalística em que o Judiciário pode atuar para garantir a liberdade de imprensa e o direito à informação. 

De acordo com a ministra Cármen Lúcia, dizem que o Brasil hoje não é um país que garanta livremente o exercício do jornalismo. Quero apurar isso melhor para saber quais são os problemas gerados apesar de uma constituição que garante tão amplamente liberdades, inclusive a de imprensa, apesar de o texto constitucional não necessitar de grande intervenção para ser interpretado: ‘é proibido qualquer tipo de censura’. E, no entanto, continua a haver censura e jornalistas que não podem exercer seus direitos. É preciso resolver isso”, disse a ministra, durante a abertura do Fórum Liberdade de Imprensa e Democracia, realizado pela Revista Imprensa em Brasília, na seccional local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). 

A liberdade de imprensa está garantida pela Constituição Federal de 1988, mas precisa ser implantada com “ampla eficácia”, pois o Brasil “é craque em fazer leis”, mas, segundo a ministra, cumprir leis “não é a norma”. A convivência democrática depende do direito de o jornalista informar e de o cidadão ser informado pois, de acordo com Cármen Lúcia, só uma cidadania “bem informada, livre e, portanto, crítica e responsável pelas suas escolhas ” poderá fazer valer seus direitos e participar decisivamente da construção da democracia no país. O Fórum Nacional do Poder Judiciário e Liberdade de Imprensa foi instalado no CNJ pela primeira vez em 2012, na gestão do ministro Ayres Britto.

Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
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