Brasil - undefined·15 de agosto de 2019

Lewandowski nega pedido do Cidadania para proibir nomeação de Eduardo Bolsonaro como embaixador nos Estados Unidos

O partido entrou com um mandado de segurança alegando que a indicação do filho de Bolsonaro para o cargo seria um “flagrante nepotismo”

Por Paulo Henrique
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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, rejeitou nesta quarta-feira (14) pedido do partido Cidadania para que a Corte proibisse a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, para ocupar o cargo de embaixador brasileiro nos Estados Unidos.

O Cidadania queria uma liminar para que o presidente fosse impedido de indicar o filho e encaminhar o nome para sabatina no Senado. Na solicitação, o partido argumentou que a indicação Eduardo para o posto nos EUA seria um “flagrante nepotismo”, já que o parlamentar não seria “qualificado” ao cargo. A legenda defende que há “patente inexperiência e ausência de qualificação profissional” para o filho de Bolsonaro assumir o cargo de embaixador.

Em sua decisão, Lewandowski considerou que o Cidadania não tem legitimidade para contestar a indicação do filho do presidente via mandado de segurança pois o partido não pode questionar nesse tipo de ação direitos de toda a coletividade.

O partido ainda pode recorrer para que o plenário do Supremo analise a questão. 

SOBRE

Paulo Henrique

Formado em Jornalismo e com Pós-Graduação em Gestão da Comunicação nas Organizações, possui experiência em redações e assessorias, atuou como estagiário na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no Portal R7 e na ASCOM da Câmara dos Deputados. Depois de formado, foi Assessor de Comunicação do Instituto de Migrações e Direitos Humanos e atualmente é repórter na Agência do Rádio.

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