Brasil - undefined·28 de março de 2017

JUVENTUDE: Projetos querem mudar histórias de vida

<p>Parceria entre o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho e 14 institui&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e da sociedade civil &nbsp;garantir&atilde;o cursos profissionalizantes e educa&ccedil;&atilde;o musical para jovens que cumprem medidas socioeducativas ou que vivem situa&ccedil;&otilde;es de vulnerabilidade social.</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

REPÓRTER: Parceria entre o Ministério Público do Trabalho e 14 instituições públicas e da sociedade civil  garantirão cursos profissionalizantes e educação musical para jovens que cumprem medidas socioeducativas ou que vivem situações de vulnerabilidade social. Os projetos “Escrevendo e Reescrevendo a Nossa História” foram lançados nesta segunda-feira, 27, em dois locais distintos na Região Metropolitana de Belém: a paróquia Mãe Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Telégrafo; e o Espaço Maria Augusta, na Transcoqueiro, no Una. Representando durante a solenidade de lançamento dos projetos o presidente do Tribunal de Justiça do Pará, desembargador Ricardo Ferreira Nunes, o juiz titular da 3ª Vara de Infância e Juventude, Wanderley de Oliveira Silva, disse que a inserção das famílias nos projetos é uma questão crucial.
SONORA: Juiz Wanderley de Oliveira Silva.
“Porque se não possibilitar minimamente a reestruturação dessa família, o jovem vai viver aonde, na rua? Então, a família, vai ser possibilitada os cursos aqui, inclusive pra família, pra através disso poder haver a empoderação da dignidade, da geração de renda e outras coisas mais.”
REPÓRTER: Os projetos envolverão esporte, cultura, lazer, profissionalização, musicalização, atendimento multidisciplinar e a preparação efetiva para o mercado de trabalho. O "Reescrevendo a Nossa História" será conduzido pela Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra), com apoio da Federação de Empreendedores Adventistas do Pará. A meta para 2017 é atender a 600 pessoas, para inseri-las no mercado de trabalho e reduzir a reincidência de ilícitos em Belém e na Região Metropolitana de Belém. O prefeito Zenaldo Coutinho também participou da solenidade de abertura no Espaço Maria Augusta e disse que a iniciativa abre novas perspectivas para a juventude.
SONORA: Prefeito Zenaldo Coutinho.
“É por isso que a Prefeitura de Belém está de braços dados com o Tribunal, com o Ministério Público do Trabalho, para que a gente possa alcançar êxito nessas políticas de ressocialização."
REPÓRTER: Na Paróquia Mãe do Perpétuo Socorro, o projeto “Escrevendo a Nossa História” conta com o apoio da Fundação Carlos Gomes, que inicia a partir de abril cursos de musicalização, envolvendo ensino de teclado, violão, flauta doce e outros instrumentos para cerca de 450 pessoas, entre 7 e 21 anos. As aulas serão no espaço social da paróquia no Telégrafo, bairro considerado entre os mais violentos de Belém. O padre Márcio lembrou que a igreja está em um bairro, cuja realidade social é muito carente e os cursos de musicalização garantirão à comunidade algo mais que a escola.
SONORA: Padre Márcio.
“Como nós estamos em um ambiente onde a violência está muito frequente, então tudo isso vem ajudar na educação dos futuros cidadãos”.
REPÓRTER: As solenidades contaram com a participação do grupo de chorinho da Associação Paraense de Pessoas com Deficiência (APPD) e do Grupo de Percussão do Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa), das crianças do projeto Música e Cidadania, da República de Emaús, da soprano Dhuly Contente, responsável pelo polo do projeto na Igreja do Perpétuo Socorro; e do pianista Paulo José Campos de Melo, presidente da Fundação Carlos Gomes.
Thamyres Nicolau, com reportagem de Edir Gaya
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page