Brasil - undefined·02 de dezembro de 2014

JUSTIÇA: Mais de 5.500 crianças no Brasil esperam por adoção

Dados do Cadastro Nacional de Adoção, o CNA, criando em 2008 pelo Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, aponta que existem mais de 5.500 crianças brasileiras à espera de um lar.

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Dados do Cadastro Nacional de Adoção, o CNA, criando em 2008 pelo Conselho Nacional de Justiça, o CNJ, aponta que existem mais de 5.500 crianças brasileiras a espera de um lar. Por outro lado, são mais de 32 mil pessoas interessadas em acolher uma criança. Adotar é ter a vida transformada, como relata a servidora do Tribunal de Justiça do Pará, Lilian Brasil.

SONORA: Servidora do TJPA, Lilian Brasil.

"Falar sobre adoção é falar sobre a minha filha, sobre a minha vida, de como mudou desde que ela entrou na minha vida. Isso de certa forma me causa muita emoção porque eu era de uma forma e quando ela chegou eu me modifiquei, então eu digo assim que é um presente"

REPÓRTER: A adoção é a única forma legal estabelecida por lei para que uma pessoa possa assumir como filho uma criança ou adolescente nascido de outra pessoa. As pessoas interessadas em realizar uma adoção podem visitar os abrigos e conhecer de perto a realidade das crianças que se encontram acolhidas, ressalta o juiz da 1° vara da Infância e Juventude Alessandro Ozanan.  

SONORA: Juiz da 1° vara da Infância de Juventude Alessandro Ozanan.

"Esse é um momento assim muito importante para o judiciário em esta dando um olhar mais especial para estes procedimentos no sentindo de imprimir celeridade e também estar chamando a população a conhecer a realidade das crianças que se acham acolhidas institucionalmente". 

REPÓRTER:  Para se habilitar para adoção é preciso ser no mínimo 16 anos mais velho que o adotado, ser maior de idade e comprovar estabilidade familiar. O servidor Walter Duarte seguiu todos os tramites legais para adoção de um menino que faz parte de sua família. Segundo Walter, depois de adotar uma criança, sua vida mudou para melhor. 

SONORA: Walter Duarte, servidor do TJPA.

"Nós procuramos o Juizado e pela graça de Deus é meu filho hoje, é meu filho de coração, filho de sentimento, mudou muita coisa na minha vida, meu comportamento como pessoa melhorou, hoje sou um homem melhor".

REPÓRTER: Não é necessário ser casado, pessoas solteiras também podem adotar, mas todos precisam fazer inscrição no Cadastro Nacional de Adoção. Segundo dados do Poder Judiciário, em todas as comarcas do Estado do Pará estão em andamento mais de dez mil processos relacionados à adoção. Mais informações pelo telefone da Coordenadoria da Infância e Juventude, zero, código da operadora, 91 3205 – 2716 e também pelo e-mail do Cadastro Nacional de Adoção, [email protected] .

Reportagem, Storni Jr.

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