Brasil - undefined·17 de outubro de 2017

Justiça do DF usa rede para ajudar jovens a superar traumas de violência

<p>O Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) recomenda, junto aos tribunais, a promo&ccedil;&atilde;o de parcerias que viabilizem o atendimento multidisciplinar &agrave;s v&iacute;timas de viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica ou sexual</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: A Justiça do Distrito Federal tem conseguido dar encaminhamento a crianças e jovens vítimas de violência física e sexual, em programas de redução de danos, que ultrapassam as medidas tipicamente judiciais.  O trabalho, que se estende para as áreas da assistência social, saúde e educação, está previsto na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência doméstica, criada este ano pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assim como no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e na Lei Maria da Penha. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomenda, junto aos tribunais, a promoção de parcerias que viabilizem o atendimento multidisciplinar às vítimas de violência doméstica ou sexual, sejam elas adultas ou crianças. Crianças e jovens, vítimas de abusos físicos ou sexuais, costumam apresentar ao longo da vida síndromes como tristeza, depressão, ansiedade ou dificuldade de aprendizado. Outro comportamento comum entre crianças e jovens abusados sexualmente é a erotização precoce. Um sintoma que pode, inclusive, estar contribuindo para aumentar os já alarmantes números de meninas grávidas no Brasil.  Em 2015, o índice de gravidez precoce no país chegou a quase 20% dos três milhões de nascidos vivos no País, segundo dados do Ministério da Saúde. De 2010 a 2016, mais de 15 mil casos de violência entre crianças e adolescentes foram notificados nas unidades de saúde do DF.

Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 

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