Brasil - undefined·01 de novembro de 2016

JUSTIÇA: "Constelação Familiar" ajuda humanizar práticas de conciliação no Judiciário

<p style="text-align: justify;">Em 2010, o CNJ criou a Pol&iacute;tica P&uacute;blica Nacional no &acirc;mbito do Judici&aacute;rio (Resolu&ccedil;&atilde;o 125/2010), a fim de estabelecer um tratamento adequado para resolu&ccedil;&atilde;o de conflitos de forma n&atilde;o litigiosa.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Pelo menos 11 estados da federação, Goiás, São Paulo, Rondônia, Bahia, Pará, Amapá, dentre outros e o Distrito Federal já utilizam a dinâmica da "Constelação Familiar" para ajudar a solucionar conflitos na Justiça brasileira. A medida está em conformidade com a Resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estimula práticas que proporcionam tratamento adequado dos conflitos de interesse do Poder Judiciário. A técnica vem sendo utilizada como reforço antes das tentativas de conciliação em vários estados. A intenção da utilização da técnica é buscar esclarecer para as partes o que há por trás do conflito que gerou o processo judicial. Os conflitos levados para uma sessão de constelação, em geral, versam sobre questões de origem familiar, como violência doméstica, endividamento, guarda de filhos, divórcios litigiosos, inventário, adoção e abandono. Um terapeuta especializado comanda a sessão de constelação Em 2010, o CNJ criou a Política Pública Nacional no âmbito do Judiciário (Resolução 125/2010), a fim de estabelecer um tratamento adequado para resolução de conflitos de forma não litigiosa. Cinco anos depois, a solução consensual de conflitos foi incluída no Código de Processo Civil (novo CPC), que tornou a conciliação etapa processual obrigatória. No mesmo ano, foi aprovada a chamada Lei da Mediação, disciplinando a técnica como forma de solução de conflitos.
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
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