Brasil - undefined·01 de novembro de 2018

Juíza substituta assume lugar de Moro para atuar na Lava Jato em Curitiba

<p>Gabriela Hardt tamb&eacute;m deve ficar respons&aacute;vel por outros casos que antes eram de responsabilidade de Moro na 13&ordf; Vara Federal de Curitiba</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:01:40

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Após confirmação do juiz Sérgio Moro como ministro da Justiça no governo Bolsonaro, quem deve assumir os trabalhos da Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba é a juíza substituta Gabriela Hardt.

A magistrada já atuava em alguns casos quando Moro estava ausente. Foi ela, por exemplo, que decretou a prisão de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil, em maio deste ano. Gabriela Hardt também deve ficar provisoriamente responsável por todos os outros casos antes destinados ao juiz Sérgio Moro.

Quando a exoneração de Moro for oficializada, a vaga de titular na 13ª Vara Federal de Curitiba deverá ser oferecida por meio de um edital de remoção. Qualquer juiz federal titular interessado poderá participar, desde que atue no Paraná, em Santa Catarina ou no Rio Grande do Sul. Os três estados estão sob a supervisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). A preferência pela vaga se dá pelo critério de antiguidade.

O novo titular é escolhido pelo Conselho de Administração do TRF4. Se nenhum titular mostrar interesse pelo posto, ele é oferecido a título de promoção para algum dos juízes federais substitutos que atuam na região Sul do país. Nesse caso, a escolha é feita pelo plenário do TRF4.

Morro aceitou o pedido do presidente eleito, Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (1º). Além do magistrado, outros quatro nomes foram confirmados para compor o próximo governo: Onyx Lorenzoni para a Casa Civil, Paulo Guedes no Ministério da Economia, general Augusto Heleno para o Ministério da Defesa e Marcos Pontes para o ministério da Ciência e Tecnologia.

Reportagem, Marquezan Araújo
 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page