Brasil - undefined·04 de janeiro de 2019

Juíza afirma que não há necessidade de João de Deus ser transferido para hospital

<p>Jo&atilde;o de Deus est&aacute; preso, em car&aacute;ter preventivo, desde o dia 16 de dezembro, por ser acusado de ter cometido crimes sexuais</p>

Por Agência do Rádio
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Depois do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, ter determinado que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) informasse, em 48 horas, a situação de saúde do médium goiano João de Deus, a juíza Marli de Fátima Naves disse que não há qualquer variação no estado de saúde do médium que exija que ele seja transferido do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (GO) para um hospital particular.

A juíza disse que, após João de Deus ter feito uma série de exames clínicos no Hospital de Urgência de Goiânia, foi diagnosticado que ele tinha apenas uma discreta presença de sangue na urina, sem infecção.

Por conta disso, o médico responsável pelos exames informou que o médium poderia voltar para a unidade prisional e fazer o acompanhamento ambulatorial, como já tem sido feito.

João de Deus está preso, em caráter preventivo, desde o dia 16 de dezembro, por ser acusado de ter cometido crimes sexuais.

Reportagem, Cintia Moreira

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