Brasil - undefined·13 de outubro de 2017

Judiciário reduz consumo de papel, energia elétrica e água em 2016

<p>Acompanhar como os tribunais aplicam suas receitas or&ccedil;ament&aacute;rias em bens e servi&ccedil;os que envolvem recursos naturais &eacute; uma atribui&ccedil;&atilde;o do CNJ prevista na&nbsp;Resolu&ccedil;&atilde;o CNJ n. 201, de 2015.</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Tempo de áudio -

REPÓRTER:  O Poder Judiciário reduziu em 2016 seu consumo de papel, energia elétrica e água em relação ao ano anterior.  Os dados sobre a economia estão no 1º Balanço Socioambiental do Poder Judiciário, divulgado no portal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).  Na publicação, o Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ/CNJ) consolida indicadores de sustentabilidade informados por 90 órgãos do Poder Judiciário brasileiro, referentes aos anos de 2015 e 2016.  Acompanhar como os tribunais aplicam suas receitas orçamentárias em bens e serviços que envolvem recursos naturais é uma atribuição do CNJ prevista na Resolução CNJ n. 201, de 2015. O consumo total de papel, entre o ano de 2015 e 2016, caiu 8%. No ano passado, foram usadas 3,2 milhões de resmas de papel nos órgãos do Judiciário, 200 mil a menos que no ano anterior.  O consumo de energia elétrica no Poder Judiciário também recuou entre 2015 e 2016. O valor pago pela energia consumida caiu 5%, devido a fatores climáticos que alteraram a tarifa da energia elétrica em todo o País. O resultado foi uma redução na conta de luz dos tribunais de R$ 22 milhões.  As estatísticas apontam ainda quais tribunais praticam políticas de gestão de resíduos e reciclagem. A porcentagem de tribunais brasileiros que encaminharam materiais para reciclagem variava conforme o material – 59,8% deles encaminharam papeis, 45,5% deles, plásticos, e 33%, metais. 
 
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr.
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page