Brasil - undefined·29 de setembro de 2017

JUDICIÁRIO: Projeto Leitura Livre promove reflexões

<p>O projeto &ldquo;Leitura Livre&rdquo; faz atividades facilitadoras de leitura e interpreta&ccedil;&atilde;o de texto, exibi&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deos, al&eacute;m de consulta e empr&eacute;stimo de exemplares por tempo indeterminado para terceirizados ou reeducandos.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Adão Furtado, 26 anos, reeducando do programa “Começar de Novo”, do Judiciário paraense, que promove a cidadania por meio de uma oportunidade de trabalho, participou do projeto “Leitura Livre”, no Fórum Cível de Belém. Ele fez reflexões com trechos de poemas e fala sobre a relevância da atividade.

SONORA: Adão Furtado, reeducando do programa “Começar de Novo”.
“Eu acho que esse projeto de incentivo de leitura é muito bom, porque o homem sem conhecimento ele se torna um homem vazio e quando o homem está vazio de conhecimento, ele não pode transmitir nada para as pessoas. Todos os dias a gente tem que aprender um pouco mais, aprender coisas novas e entender que a literatura, que o conhecimento, é importante na nossa vida”.
REPÓRTER: O projeto “Leitura Livre” faz atividades facilitadoras de leitura e interpretação de texto, exibição de vídeos, além de consulta e empréstimo de exemplares por tempo indeterminado para terceirizados ou reeducandos. Nesta edição, a mediação da leitura foi feita pela professora Telma Coelho, que comenta a dinâmica.
SONORA: Professora, Telma Coelho.
“Me senti gratificada de perceber a importância que eles dão para esse tipo de evento que trabalha a leitura. Eles percebem a importância de trabalhar a leitura no sentido de interpretação mesmo de texto e através da ludicidade, em pouco tempo, eles já podem perceber vários pontos importantes na interpretação de um texto”.
REPÓRTER: O projeto “Leitura Livre” proporciona duas horas de atividades durante a última sexta-feira de cada mês, para que terceirizados e reeducandos se dediquem à leitura. O projeto dispõe de títulos de diversos gêneros do acervo da Biblioteca Des. Antônio Koury, do Tribunal de Justiça do Pará, como romances, poemas, contos, autoajuda, entre outros. A chefe da Divisão de Biblioteca do Judiciário, Elaine Ribeiro, destaca os benefícios do projeto.
SONORA: Chefe da Divisão de Biblioteca do Judiciário, Elaine Ribeiro.
“Oportunizar a prática da leitura para essas pessoas, porque a leitura é fundamental na nossa vida. A leitura proporciona uma possibilidade de crescimento pessoal, então, a partir do momento que eles criam esse hábito da leitura, eu acredito que eles podem progredir na carreira profissional deles”.
REPÓRTER: Criado em 2015, o projeto “Leitura Livre” incentiva a prática da leitura no Poder Judiciário e está de acordo com o Conselho Nacional de Justiça, que prevê a adoção de medidas de valorização do capital humano da instituição, a partir de ações que estimulem o desenvolvimento pessoal e profissional de terceirizados e egressos.
Reportagem, Thamyres Nicolau
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