Brasil - undefined·19 de abril de 2017

JUDICIÁRIO: Mulher presa não pode estar algemada durante o período do parto

<p>O Brasil participou da elabora&ccedil;&atilde;o e da aprova&ccedil;&atilde;o das Regras de Bangkok (estabelecida pelas Na&ccedil;&otilde;es Unidas), ainda em 2010. O tratado &eacute; considerado marco normativo internacional sobre essa quest&atilde;o.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER:  Já está em vigor, desde o último dia 13 de abril a lei que proíbe uso de algemas em presas grávidas durante o trabalho de parto. A medida deve contribuir para aproximar a realidade das normas jurídicas criadas  que, na prática, não são adotadas nos estados.A lei também pode ser considerada resultado das chamadas Regras de Bangkok, voltadas ao tratamento de mulheres presas, e que no ano passado foram traduzidas e publicadas no site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o objetivo de democratizar o acesso à informação da população em relação a uma lei da qual o Brasil é signatário.  A lei 13.434 alterou o artigo 292, do Código de Processo Penal (CPC) proibindo o uso de algemas em mulheres grávidas durante atos médico-hospitalares preparatórios para a realização do trabalho e durante o parto, bem como em mulheres durante o período de parto imediato.  Dentre as 70 medidas, a norma de número 24 estabelece a não utilização de instrumentos de contenção em mulheres em trabalho de parto, durante o parto e nem no período imediatamente posterior. No entanto, essas, assim como outras leis, com o entendimento, seguiram sem cumprimento. O Brasil participou da elaboração e da aprovação das Regras de Bangkok (estabelecida pelas Nações Unidas), ainda em 2010. O tratado é considerado marco normativo internacional sobre essa questão.
Com informações do CNJ, reportagem de Storni Jr. 
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