Brasil - undefined·03 de abril de 2017

JUDICIÁRIO: Ministra diz que todos devem participar para evitar retrocesso em direitos humanos

<p>Segundo a ministra, a Hist&oacute;ria mostra que a democracia &eacute; constru&iacute;da continuamente e que, para evitar retrocessos em rela&ccedil;&atilde;o a direitos fundamentais conquistados</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

REPÓRTER: O conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Lélio Bentes, reforçou a necessidade de ações de combate ao trabalho escravo no país, em cumprimento as decisões Corte Interamericana de Direitos Humanos. O Brasil já foi processado por duas vezes na Corte Interamericana de Direitos Humanos por processos envolvendo trabalho escravo. O ministro foi um dos palestrantes no seminário “Diálogo entre Cortes: fortalecimento da proteção dos direitos humanos”, organizado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ministro Lélio Bentes ressaltou a importância do Fórum Nacional para Monitoramento e Efetividade das Demandas Relacionadas à Exploração do Trabalho em Condições Análogas à de Escravo e ao Tráfico de Pessoas (Fontet), criado pela Resolução CNJ n. 212/2015, para realizar a articulação prévia para as ações de combate ao trabalho escravo, envolvendo juízes e o Ministério Público.  O ministro Lélio Bentes apresentou dados apresentados pelo Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal que demonstram que, entre 1995 e 2015, ocorreram no Brasil 1.890 operações contra o trabalho escravo e nas operações foram libertados 49 mil trabalhadores e pagos R$ 95 milhões de reais em direitos sonegados aos trabalhadores. Além disso, há as indenizações por danos morais coletivos – de acordo com o ministro, uma delas chegou a mais de R$ 5 milhões de reais, verba que é revertida em projetos para melhoramento das condições de vida nas localidades de origem dos trabalhadores libertos. 

Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr.

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page