Brasil - undefined·06 de março de 2017

JUDICIÁRIO: Decisão de juiz protege diversidade da Amazônia e direito dos povos indígenas

<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; text-align: justify;">A premia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m reconheceu decis&otilde;es que asseguraram a diversidade religiosa ou impediram crimes como a tortura, trabalho escravo e tr&aacute;fico de pessoas. Ao todo, 14 temas foram avaliados pela comiss&atilde;o julgadora.</span></p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Tempo de áudio -

REPÓRTER: Em 2015, a Justiça Federal do Pará suspendeu o processo de licenciamento ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) de São Luiz do Tapajós para proteger povos indígenas e comunidades tradicionais que habitam a área próxima ao empreendimento. Essa decisão do juiz Ilan Presser em benefício dos índios foi uma das vencedoras do I Concurso Nacional de Decisões Judiciais e Acórdãos em Direitos Humanos, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em cerimônia ocorrida dia 14/2, na sede do CNJ, em Brasília. Para o magistrado, a Constituição prestigia o multiculturalismo; e não um integracionismo de matriz colonialista. A sentença revela que o empreendimento, previsto para ser implantado no Rio Tapajós, produziria interferência direta na vida de comunidades indígenas, demais populações tradicionais e seus territórios, e, se aprovada, causaria danos iminentes e irreversíveis à qualidade de vida e ao patrimônio cultural desses povos. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos (SDH), do Ministério da Justiça, o concurso premiou sentenças que protegeram direitos de vários segmentos da população. A premiação também reconheceu decisões que asseguraram a diversidade religiosa ou impediram crimes como a tortura, trabalho escravo e tráfico de pessoas. Ao todo, 14 temas foram avaliados pela comissão julgadora.
Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page