Brasil - undefined·15 de fevereiro de 2017

JUDICIÁRIO: CNJ premia práticas inovadoras com foco em conciliação

<p>Ela refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia de solu&ccedil;&otilde;es auto compositivas ante os altos n&uacute;meros de processos que se acumulam no Judici&aacute;rio brasileiro.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
Ouvir ·

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Tempo de áudio –

REPÓRTER:  A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, entregou aos vencedores o Prêmio Conciliar é Legal de 2016. A solenidade foi nesta terça-feira, 14, durante a 34ª sessão extraordinária do CNJ. Ela reforçou a importância de soluções auto compositivas ante os altos números de processos que se acumulam no Judiciário brasileiro. “Com a judicialização que temos hoje, fruto de uma sociedade composta por cidadãos que conhecem seus direitos, a busca pela conciliação para a pacificação social é, provavelmente, um dos caminhos mais fecundos”, disse a ministra, ao lembrar que os 16 mil juízes não dão conta das demandas que se acumulam no Judiciário, atualmente, de quase 100 milhões de processos.  Lançado pelo CNJ, em 2010, como parte da Semana Nacional de Conciliação, o Prêmio Conciliar é Legal reconhece, nacionalmente, o aprimoramento do Judiciário em relação à conciliação na sociedade. Além dos 14 projetos vencedores, 19 práticas receberam menções honrosas pela eficiência à solução pacífica de conflitos. Pela primeira vez foi incluída a categoria Mediação e Conciliação Extrajudicial, premiando a empresa de tecnologia Mercado Livre, voltada a relações de consumo virtual.

Com informações do CNJ, reportagem, Storni Jr. 

SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page