TEC/SONORA.: Edna Rodrigues, dona de casa.
“É porque ela é uma doença perigosa, transmissível. Ela pode levar a morte. Então, por isso as pessoas têm que ser vacinadas. Eu tenho uma netinha de cinco anos e ela teve que tomar por causa do surto.”
TEC/SONORA.: Ita de Cássia, superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde.
“Não tem havido desabastecimento. O Ministério da Saúde fez uma programação e está entregando semanalmente as vacinas, e a gente tem feito logo a reposição para as salas de vacina.”
LOC.: De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado, a vacina tem 95% de eficácia. Em até 10% das pessoas que tomam o medicamento podem ocorrer reações como dor local e vermelhidão. Mas atenção! Crianças com menos de seis meses de idade e mães que estão amamentando até o sexto mês, também não podem tomar a vacina sem orientação médica.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, garante que todos os municípios têm doses suficientes das vacinas e que os profissionais de saúde estão bem preparados. Ele explica que, às vezes, o estoque diário de vacinas acaba em alguns postos de vacinação com menor capacidade de armazenamento, mas que no dia seguinte a reposição está garantida. De acordo com o ministro, os medicamentos precisam ser estocados da maneira correta.
TEC/SONORA.: Ricardo Barros, ministro da Saúde.
“As equipes são qualificadas, a população pode ficar tranquila, procurar os postos de vacinação. As vacinas são guardadas em temperatura adequada. Cada unidade de saúde tem uma capacidade de armazenamento de vacina. Pode acontecer de três ou quatro horas da tarde, aquele estoque acabe, mas no outro dia terá um novo estoque. Não vamos ter problema de abastecimento. Nós não podemos é acondicionar a vacina de forma inadequada, porque se não vamos comprometer essa eficácia. Então está tudo absolutamente sob controle.”