TEC./SONORA: Ivan Schneider, diretor do Hemocentro
“É um ato que não custa nada. Faz muito bem pra saúde de toda a população ter um estoque disponível. A gente se sente bem doando sangue, é um procedimento que é seguro, dura em torno de 55 minutinhos, entre fazer o cadastro e terminar. Então, não vai perder um dia inteiro. O que a gente gosta sempre de fazer é tentar fidelizar o doador para que ele venha regularmente fazer essa doação e deixar sua contribuição aqui.”
LOC.: Morador do bairro Saguaçu, o comerciante Adelmo Luksik, de 64 anos, é doador assíduo há 19 anos. Ele já soma 50 doações de sangue e 89 específicas de plaquetas, células sanguíneas produzidas na medula óssea. O estímulo para continuar com as doações veio após ele visitar uma ala infantil de transfusão de sangue, momento que o deixou muito emocionado.
TEC./SONORA: Adelmo Lukcsik, comerciante.
“Eu visitei a ala infantil, que faz essa transfusão de aférese, de plaquetas. Confesso que eu realmente me emocionei. Ver aquelas crianças ali tudo sem cabelo e olhando pra gente como quem diz ‘eu preciso viver, eu quero viver’. Então isso tocou muito em mim. Enquanto eu puder, eu vou doar.”