TEC/SONORA: Donato Braga, 52 anos, funcionário público
“Primeiramente eu comecei a sentir muitas dores nas articulações das mãos e dos joelhos, muitas dores mesmo. Apareceu febre e muita dor de cabeça, eu não conseguia me mover como a gente se move normalmente. E até hoje ainda sinto muitas dores nas juntas, mas é uma coisa que hoje é suportável, é uma dor, mas é suportável. Anteriormente não. Eram dores muito fortes e dificultava bastante para a pessoa locomover”.
TEC/SONORA: Nilton Nascimento, gerente de Vigilância Ambiental e Zoonose de João Pessoa
“Para todas as três [doenças], o primeiro sinal é a febre. E o que nós orientamos é que independentemente de ser Zika, Dengue ou Chikungunya, que busque urgentemente a unidade de saúde. Porque o que tem realmente trazido problemas é a automedicação e querer adivinhar só porque seu vizinho já teve, e você achar que é Zika, Dengue ou Chikungunya. Então, para nós que fazemos um trabalho preventivo e estamos na frente fazendo um trabalho educativo, pedimos a todas as pessoas que, a partir do momento que apresente febre, ou qualquersintoma, busque a unidade de saúde”.
TEC/SONORA: Silvio Ribeiro, diretor de Vigilância em Saúde de João Pessoa
“É importante que a população tenha a consciência que a educação é que vai mudar a questão do combate ao mosquito no Brasil. Então a gente apela para que as pessoas abram as portas para o agente ambiental, para o agente de controle de endemias. Que façam o seu dever de casa, não deixe acumular material, juntar a menor quantidade possível no seu quintal, limpar as calhas, nivelar. Não deixar nada que se forme depois um habitat para o mosquito”.