TEC./SONORA: Maicon Bortoluz, coordenador técnico do hemocentro.
“A gente procura fazer um trabalho de divulgação dentro da empresa. Nós acreditamos que o projeto do futuro é você realmente trabalhar a fidelização da doação através das empresas. Você acaba diminuindo aquela chamada inaptidão na triagem, ou seja, você tem um doador de repetição. Mas esse é um trabalho que a gente está buscando retomar para aumentar esse número que hoje está um pouco baixo.”
TEC./SONORA: Roni Fabro, advogado, 47 anos.
“Você pode salvar uma vida doando sangue. Isso não demora ali 40 minutos, uma hora. É uma coisa que não dói, é uma coisa fácil de fazer, lógico é cercada de todas as precauções e condições que devem ser ideais para a doação. Então, se você tem algum amor à vida eu acho que você tem que ser doador de sangue.”