TEC./SONORA: Lilian Fernandes, diretora de vigilância à saúde.
“Como funciona, eles recebem diretamente do estado um aporte maior de vacinação. Porque eles vão desenvolver de forma seletiva para as pessoas. Eles vão triar. Não é uma vacinação de forma indiscriminada, ou seja, é feita com avaliação no cartão, se a pessoa já tomou duas doses, se tem mais de dez anos. Então é feita toda uma seleção, não é uma campanha de vacina para vacinar de forma indiscriminada.”
LOC.: Na Bahia, 67 cidades estão com a vacinação reforçada. Desse total, 45 já faziam parte da área de risco permanente para transmissão de febre amarela silvestre. E mais 22 cidades foram adicionadas para terem uma grande circulação de pessoas vindas de estados que apresentam casos confirmados ou suspeitos. Os moradores que residem ou vão viajar para regiões rurais e de matas, procure informações sobre o esquema de vacinação. E para que ocorra uma melhor cobertura de vacinação nos municípios, é necessário que a população esteja com o cartão de vacinas em dia. Lilian Fernandes reforça que a prioridade vacinal deve ser nessas regiões.
TEC./SONORA: Lilian Fernandes, diretora de vigilância à saúde.
“Não há motivo para alarme. Porque a vacina da febre amarela, já foi implantada no município e no estado há mais de 10 anos. Existe um número de pessoas que ao longo desses mais de 10 anos foram vacinadas. Então, de certa forma elas já têm uma imunidade.”