Brasil - undefined·11 de março de 2015

ITAITUBA: Ministérios Públicos Federal e Estadual pedem fim de regalias ao acusado de desmatamento na Amazônia

<p style="text-align: justify;">O Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Estado do Par&aacute; encaminharam of&iacute;cio &agrave; Justi&ccedil;a Estadual e &agrave; Secretaria de Estado de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e Defesa Social para pedir o fim de privil&eacute;gios concedidos na pris&atilde;o ao preso Ezequiel Ant&ocirc;nio Castanha, acusado de desmatamento na Amaz&ocirc;nia.</p>

Por Agência do Rádio
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LOC/REPÓRTER: O Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado do Pará encaminharam ofício à Justiça Estadual e à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social para pedir o fim de privilégios concedidos na prisão ao preso Ezequiel Antônio Castanha, acusado de desmatamento na Amazônia. Em vistoria realizada ao presídio municipal de Itaituba, no sudoeste do estado, a promotora de Justiça Juliana de Pinho Palmeira identificou que na cela de Ezequiel existe uma série de regalias não autorizadas pela Justiça, como aparelho de ginástica, cafeteira, placa de internet e impressora. O único equipamento liberado pela Justiça e encontrado na cela é um notebook. A procuradora da República Janaina Andrade de Sousa também compareceu ao presídio para acompanhar a vistoria. Ezequiel Antônio Castanha foi preso no dia 21 de fevereiro pela Polícia Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o Ibama.  A prisão é resultado da operação Castanheira, realizada em 2014 com o apoio do Ministério Público Federal e Receita Federal. A operação desmontou o que é considerada a maior organização criminosa especializada em grilagem de terras e crimes ambientais na região de Novo Progresso, no sudoeste paraense. O grupo invadia terras públicas, desmatava e incendiava as áreas para formação de pastos, e depois vendia as terras como fazendas. O dano ambiental, já comprovado por perícias, ultrapassa quinhentos milhões de reais.

Com informações do Ministério Público do Pará, reportagem, Storni Jr.

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