TEC./SONORA: Alexandre Chieppe, subsecretário estadual de vigilância em saúde
“Nós estamos agora em período de alerta por conta de uma possibilidade de circulação mais intensa do vírus Chikungunya, agora em 2017. A principal estratégia ainda preconizada hoje é a eliminação de criadouros, o que requer uma atuação muito forte das Secretarias Municipais de Saúde, através dos seus agentes de endemias, nas visitas domiciliares.”
TEC./SONORA: José Cerbino, vice-diretor de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz
“O vírus da Chikungunya é um vírus um pouquinho diferente dos outros dois, ele é de uma família diferente, não é um flavivirus. Mas é um vírus muito semelhante e também é transmito pelo Aedes. Então, de novo: ele acontece no mesmo período, nos mesmos locais onde vai acontecer a Zika e a Dengue. A principal característica da Chikungunya é a dor articular, a dor nas juntas. A palavra Chikungunya é uma palavra africana que quer dizer ‘andar recurvado’. E esse andar recurvado é por causa da dor que a pessoa que tem a doença sente. Então é uma doença que também dá febre, que também pode dar manchas pelo corpo, e tem como principal característica a dor e o inchaço nas juntas. Nas mãos, nos pés, nos joelhos. Essa é a principal característica dela”.