TEC./SONORA: Everaldo Dias, agente de Saúde Pública
“Minha esposa e eu fomos picados por esse mosquito. E quem nunca teve Chikungunya peça a Deus para não ter. Porque eu senti as dores nas panturrilhas e dores em todas as juntas. Eu sofro até hoje por causa disso. Minha esposa e eu ficamos com os pés inchados. A Chikungunya é o horror desse mundo.”
TEC./SONORA: Ita de Cássia, superintendente de Vigilância e Proteção da Saúde
“Tem muito a questão da educação popular. O cuidado com o meio ambiente, o cuidado com a casa, o cuidado com o seu bairro, o cuidado com as suas praças. Se você não aplica esses cuidados de maneira correta, se você não cuida do seu domicílio, você termina favorecendo para ampliar o número de criadouros na região.”
TEC./SONORA: José Cerbino, vice-diretor de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz
“O vírus da Chikungunya é um vírus um pouquinho diferente dos outros dois, ele é de uma família diferente, não é um flavivirus. Mas é um vírus muito semelhante e também é transmito pelo mosquito. Então, de novo: ele acontece e no mesmo período, nos mesmos locais onde vai acontecer a Zika e a Dengue. A principal característica da Chikungunya é a dor articular, a dor nas juntas. A palavra Chikungunya é uma palavra africana que quer dizer ‘andar recurvado’. E esse andar recurvado é por causa da dor que a pessoa que tem a doença sente. Então é uma doença que também dá febre, que também pode dar manchas pelo corpo, e tem como principal característica a dor e o inchaço nas juntas. Nas mãos, nos pés, nos joelhos. Essa é a principal característica dela.”