Brasil - undefined·02 de junho de 2015

INFORMAÇÃO: Magistrados podem acessar informações da população carcerária do Estado

<p>Durante a sess&atilde;o das C&acirc;maras Criminais Reunidas do Tribunal de Justi&ccedil;a do Par&aacute;, o superintendente do Sistema Penitenci&aacute;rio do Estado, Andr&eacute; Cunha, apresentou aos desembargadores que atuam na &aacute;rea criminal o novo <i>software</i>&nbsp;de gerenciamento de informa&ccedil;&otilde;es da popula&ccedil;&atilde;o carcer&aacute;ria do Par&aacute;. A ferramenta est&aacute; em opera&ccedil;&atilde;o h&aacute; 60 dias e permite acessar, em tempo real, as informa&ccedil;&otilde;es dos internos.&nbsp;</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Durante a sessão das Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça do Pará, o superintendente do Sistema Penitenciário do Estado, André Cunha, apresentou aos desembargadores que atuam na área criminal o novo software de gerenciamento de informações da população carcerária do Pará. A ferramenta está em operação há 60 dias e permite acessar, em tempo real, as informações dos internos. Além disso, o novo sistema trabalha com o sistema LIBRA do Judiciário, possibilitando a visualização de todas as movimentações dos processos, o que permite a produção e impressão do controle de chamada de presos. O sistema fornece o controle de lotação de cada cela da unidade e a situação processual dos internos. A ferramenta deverá operar na totalidade das funções até o final do ano. Os magistrados podem solicitar login e senha para acessar o sistema. Ainda na sessão, os magistrados apreciaram o habeas corpus para declaração de nulidade e trancamento de ação penal impetrada pela defesa de Jeferson Carlos Albuquerque Lima, da Comarca de Pacajá. O réu é acusado de tentar realizar compras com notas falsas, em 2014. O desembargador Rômulo Nunes rejeitou o pedido e manteve a prisão. Ainda na sessão de julgamento, o desembargador Ronaldo Valle confirmou liminar concedida anteriormente ao oficial de justiça, Almiro Carvalho de Oliveira. O réu está sendo investigado pela prática do crime de concussão, que é o ato de exigir para si ou para outrem, dinheiro ou vantagem em razão da função.

Com informações da coordenadoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Pará, reportagem Thamyres Nicolau
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